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Conheça um pouco da história do Editor do SAPIENTIAJUS

Professor Valdinei Garcia.

Há um tempo atrás, vindo de Altônia (município localizado no Estado do Paraná), com sua família, frequentou o Curso – à época Ginasial – na rede pública, isso, já no Estado de São Paulo na Cidade de Osasco.

Garcia

Os livros já eram seu deleite; após cada leitura, páginas virada, aguçada estava a curiosidade e a paixão pela leitura e, consequentemente, os livros lhe serviram de instrumento, vezes outra, mais volumosos e de complexa leitura.

O conteúdo dos livros, sempre, tratava de assuntos jurídicos, daí derivou a primeira leitura que fora da Constituição de 1824, século XIX – livro que pela sucessão dos anos restou amarelado, mas com as palavras de grande erudição, então na época, das mais belas que já havia lido.

Deste dia pra cá procurou conhecer os principais Juristas, de linhagem Nacional e Internacional, pois, estava convencido de que a Advocacia não cederia lugar a outro ofício. Assim, deixou a cidade de Osasco a fim de prestar o Exame Vestibular da UMC/SP (Universidade de Mogi das Cruzes/SP). Aprovado, iniciou os estudos.

Não na área das Ciências Jurídicas e Sociais e sim na área da Administração, sem perder a convicção de que estava no caminho certo, pois, a juventude lhe batia a porta e refletia aos olhos e os jovens querem descobrir o mundo à sua maneira. Em Administração formou-se no ano de 1989.

No primeiro momento – pós formatura – estava em Curso Preparatório com o objetivo almejado do múnus público. Logrou êxito em ser aprovado para o Ministério da Fazenda, onde permaneceu pelos longínquos 17 anos.

Ficou para trás o Estado de São Paulo e de regresso foi para o Estado do Paraná em Curitiba, passando por Ponta Grossa, Maringá e Umuarama.

Foi recepcionado pela PUC/PR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná) situada na Cidade de Curitiba, onde foi o marco inicial dos estudos na área jurídica, porém, não pode terminar; dada à carga de trabalho que assim não permitia, transferidas várias vezes pelo Brasil a fora e pelo mundo, acabou por morar no Japão na Cidade de Tókio por três anos, a saber, também, morou na Espanha e na França, onde descobriu que a vida é o bem mais precioso do ser humano.

Ainda contagiado pela leitura da Constituição de 1824 e em alguns Juristas brasileiros mais remotos, dentre eles Clóvis Beviláqua (1859-1944), Tobias Barreto (1839-1889) e Rui Barbosa (1849-1923), resolveu, quando de sua estadia em Saragoza/Espanha (cidade que escolheu para morar), no ano de 2001, inscreveu-se para o Curso de Mestrado onde foi aceito.

A intenção não era de preparar-se para fazer concurso para as carreiras jurídicas e sim, aprimorar seus conhecimentos, pois, estava disposto a seguir a carreira e arte que é a Docência. O Curso da Universidade de Saragoza tinha uma carga horária bastante significativa, e exigia muito dos alunos; pouco mais de trinta por cento conseguia ser aprovado.

Conseguiu ficar no rol dos aprovados. Apanhou o Diploma e colocou-o na gaveta para, em diante, enfrentar o grande desafio: o exercício da docência que no Brasil é, totalmente, desvalorizado.